O que vou ser quando crescer?

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No decorrer das nossas vidas, raramente encontramos pessoas que decidem ainda quando crianças o que querem seguir de profissão e realmente exercem aquilo que costumavam dizer ainda na infância.

Quando pequeninos, sonhamos e fantasiamos e isso é extremamente saudável, nos imaginamos exercendo inúmeras atividades diferentes, de acordo com a brincadeira do momento.

Ao chegarmos na adolescência e juventude, somos obrigados a pensar com um pouco mais de seriedade na profissão que escolheremos, já que as provas vestibulares e inscrições nas faculdades acontecem por volta dos 17 aos 19 anos. Essa reflexão, no geral, acontece quando realmente não há mais tempo para evitá-la.

Devemos entender que para muitas decisões da vida o jovem é encarado como imaturo, mas não em relação à escolha profissional, aquilo com o que pretende trabalhar o resto de sua vida. Engraçado isso, não é?

Por ser um adolescente/jovem, a pressão de acertar é ainda mais forte por parte dos pais, escola, colegas, familiares, etc. e o momento de transição para fase adulta grita ao ter que apresentar uma resposta tão certeira para uma pergunta nada simples: “O QUE VOU SER QUANDO CRESCER?”.  A hora de “crescer” chegou e a grande maioria dos estudantes não se vê prepara para esta decisão.

Uma escolha profissional mal planejada gera inúmeros prejuízos, principalmente para o jovem, figura central deste processo, comprometendo seu emocional e seus resultados. Além deles, também são afetados direta ou indiretamente por uma escolha errada:

os pais que investem durante o período escolar e tem grandes expectativas em relação ao futuro do filho;

as escolas que são pressionadas pelos pais a serem parte integral desta escolha;

as faculdades porque investem em professores, estrutura física, entre outros recursos para receber esse aluno que muitas vezes abandona o curso superior nos primeiros períodos;

as empresas que recebem esses jovens estagiários e depois profissionais, que de alguma forma estão na profissão errada, sem desempenhar o papel que deveriam dentro da empresa porque se sentem infelizes.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Insitituto MS de Coaching de Carreira, cerca de 25% a 40% dos jovens DESISTEM ou mudam de curso superior nos primeiros 8 meses devido uma escolha profissional mal planejada.

Outra pesquisa, agora aplicada pela Trajeto Consultoria, com alunos do 3º ano do ensino médio, de escolas particulares do Recife, apontou que cerca de 40% dos jovens têm pouca ou nenhuma informação sobre o perfil do profissional e do mercado de trabalho no âmbito da carreira que pretendem seguir e, ainda, que menos da metade (cerca de 46%) conhecem os cursos pelos quais têm interesse.

A consultoria ainda concluiu que, apensar do número quase infinito de meios de acesso a informações, os jovens ainda utilizam principalmente o meio informal para escolha da carreia: 75% dos estudantes escolhem a profissão por meio de conversas com amigos e/ou parentes.

A boa notícia é que existem métodos que podem ajudar o jovem neste momento tão complexo!

Participar de um processo de coaching vocacional não elimina as dificuldades, mas prepara o indivíduo para lidar com elas e minimizar suas frustrações.

Durante a vida ele poderá fazer e refazer escolhas, planejar e elaborar projetos pessoais para curto, médio e longo prazo, usando técnicas desenvolvidas durante o processo de coaching.

Uma escolha profissional madura é feita com CONSCIÊNCIA e CONHECIMENTO.

É feita com base não só em informações sobre as profissões, mas, principalmente, com AUTOCONHECIMENTO.

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